Carioca venceu concurso de poesia de Montes Claros

o vencedor

O carioca Marcelo Gomes Jorge Feres foi o vencedor do I Concurso Nacional de Poesia da Academia Montes-clarense de Letras, que teve como tema “Poesia em Tempos de Quarentena”, com o intuito de despertar a inspiração por meio da poesia, em plena pandemia da Covid-19. O vencedor fez a poesia “Aos píncaros desta página finda”. O 2º lugar ficou com José Aparecido Rolon, de Osasco, em São Paulo com a poesia “Onde há poesia” e o 3º lugar foi de José dos Reis Santos, de Passos, em Minas Gerais, com a poesia “De repente”.

O concurso contou com 977 participações de todo Brasil e a Comissão Julgadora ficou constituída pelos acadêmicos Edson Ferreira Andrade, Karla Celene Campos e Ivana Ferrante Rebello.  Puderam participar os autores que moram no Brasil, maior de 18 anos. O candidato anexou o poema e o pseudônimo do autor.  Na primeira etapa, serão selecionados 10 finalistas e, na sequência das avaliações dos trabalhos, serão classificados três poemas, sendo obedecida à ordem de classificação e premiação. O primeiro classificado receberá prêmio no valor de R$ 500, o segundo colocado R$ 300 e o terceiro R$ 200. A quantia será depositada em conta corrente. 

Além dos três primeiros colocados que foram premiados, foram realizadas menções honrosas e Alex Resende Heleno, de Vigia de Nazaré, no Pará com a obra “Encontro”; Aluisio Ferreira de Araújo, de São Paulo, com “O mundo são”; Ana Maria Souza Lopes, de Juiz de Fora, com “Agonia”;  Adriana Laviola Abdala, de  Belo Horizonte, com “Quarentrama”, Alexandre Góis de Souza, de Santos em São Paulo, com “ O vento que te abraça”;  Arzírio Cardoso , de Campo Largo, no Paraná, com “Apocalipse”;  Camila Fernandes, de Governador Valadares, com “Quarenta”;  Cecília Welter, de Toledo, no Paraná com “Tempo de pandemia”.

Tem ainda: Dayane Campos da Cunha, de Juiz de Fora, com “Espera”.  Evaldo Balbino, de Belo Horizonte, com “Poema fechado/aberto em 2020”; Evilásio Alves de Morais Júnior, de Santa Inês, no Maranhao, com “Anoitece dentro de mim”; Fernanda Garcia, de Poa, no Rio Grande do Sul, com “Medidas”; Flaviane de Oliveira Souza, de Taguatina Norte, no Distrito Federal, com “Máscara branca”; Francisco Gabriel Ribeiro, de Natal, no Rio Grande do Norte, com “Ao florescer da nova aurora” e  Francisco Guilherme de O. Scaguetti, de Santo André, em São Paulo, com “Em meio à pandemia, mat. de poesia”.

Ainda, Ismael Gaião da Costa, de Recife, com “Ser humano”.  Juarez Rodrigues Sales, de Arujá, em São Paulo, com “Descoberta”; Laís Correia Teófilo Souza, de João Pessoam, com “Catarse clandestina”; Leandro Noronha da Fonseca, de Três Lagoas no Mato Grosso do Sul, com “Um vírus em nós”;  Lucrécia Welter Ribeiro, de Toledo, no Paraná, com “Não importa ao beija-flor”;  Luciano Dídimo Camurça Vieira, de Pindoretama, no Ceará, com “Quarentena prolongada”;  Luiz Henrique Moreira Soares , de São José do Rio Preto, com “ Um poema sobre a catástrofe em curso”.

Por fim, Maria Aparecida Neri Almeida, de Montes Claros, com “Ordem e regresso”; Maria de Lourdes Junqueira Miranda, de Belo Horizonte, com “Convid-me”;  Nísia Maria de Souza, de Natal, com “As flores do caminho”;  Ricardo Hideaki Ono, de Brasília, com “Cárceres”;  Ronaldo Magalhães Oliveira, de Salvador, com “ A sábia coragem de viver”;  Ruy Edmundo Max Lopes dos Reis, de Belém do Pará, com “Horto”;  Viviane Santiago, de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, com “  Inventário de perdas e afazeres da quarentena” e  Waldui de Freitas Aquino, de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul”, com  Pranto e ranger de dentes”. (GA)