Reitor faz apelo pelas eleições sem destruição das pessoas

o reitor

O reitor José Ricardo Martins da Silva, do Instituto Federal do Norte de Minas, fez apelo para que as eleições a serem realizadas no dia 12, para escolher os dirigentes da instituição, tenha uma campanha sem a necessidade de desconstrução de reputação ou de pessoas. Na sua mensagem, ele lembra que “a forma como escolhemos nossos dirigentes é um direito que nos foi garantido por lei. Porém, como visto recentemente, é também algo que vem sendo questionado e ameaçado. Para, além disso, e para além dos muros de nossa instituição, há outras questões igualmente desafiadoras. Cito por exemplo o próprio contexto de pandemia e os impactos nos serviços que prestamos à sociedade”.

José Ricardo afirma que os novos gestores eleitos terão muito trabalho, que exigirá que se una e pacifique o IFNMG, para ter o ambiente adequado para o diálogo que mais do que nunca será essencial. “Com essas preocupações em mente me dirijo a toda a comunidade e em especial aos candidatos e candidatas,  com o clamor  para que se envolvam no processo eleitoral de forma sadia e sempre em torno do debate de ideias.  Não há necessidade de desconstrução de reputação ou de pessoas.  Há sempre alguns apoiadores mais entusiasmados que no calor do processo fazem referências aos adversários que deixam feridas e essas podem ser de difícil cicatrização.  Por favor, oriente-os para não fazer isso”.         

Ainda na sua mensagem, ele cita que até aqui se construiu um IFNMG de excelência. “Nosso IFNMG brilha nos sertões das gerais e dos vales. Está na hora de nossa política interna estar a altura de nossa instituição. Tenhamos, todos nós, isso em mente. Justamente por respeito a isso, resolvi não me envolver pessoal e diretamente no processo eleitoral”.  Afirma ainda que “espero que essa divisão seja apenas política e temporária e que no dia seguinte estejamos juntos novamente em torno de um bem maior que é o nosso IFNMG e tudo o que ele representa para essa nossa região tão sofrida. Não podemos sair fragilizados de algo tão bom quanto o exercício da democracia. Democracia essa que, lembro, ainda está sob ameaça”. (GA)