MELHOR MONTAGEM | Diretor de Montes Claros é premiado no Rio de Janeiro

Documentário ganhou título de Melhor Montagem

Documentário ‘O Peso da Guerra’ tem como diretor o cineasta Alexandre Naval

O documentário ‘O Peso da Guerra’, do diretor de cinema de Montes Claros, Alexandre Naval, foi premiado no 1º Festival de Filmes Militares do Rio de Janeiro. O evento de premiação aconteceu no sábado (30), na Casa da Força Expedicionária Brasileira. O Festival de Cinema de História Militar (Militum) é uma realização da Pátria Filmes e aconteceu em parceria com a Federação de Academias de História Militar Terrestre do Brasil e a Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira.

A nova edição do festival vai acontece em 2018, mas as inscrições já estão abertas. “O festival tem como objetivo incentivar a produção independente do cinema brasileiro, promover o acesso a obras audiovisuais inovadoras, culturais e educativas, bem como proporcionar o debate, a discussão, o aprendizado e a difusão do conhecimento sobre a história militar brasileira”, explicou Naval.

Segundo o diretor, os três dias de sessões do evento contaram com a presença de expressivo público. Entre os presentes no encerramento e premiação estavam militares do alto escalão do Exército Brasileiro, além de diretores e produtores dos filmes concorrentes.

O diretor Alexandre Naval representou a ‘Terra do Pequi’ com o filme documentário ‘O Peso da Guerra’. “O filme aborda um ponto de vista inédito, focado nas situações particulares vividas pelos nossos ex-combatentes nos campos de batalha da 2ª Guerra Mundial e na vida”, afirmou o diretor. O festival aconteceu no período de 28 a 30 de setembro e o diretor Alexandre Naval compôs ainda a mesa de debates do festival, quando discussões sobre filmes militares e produções de baixo orçamento foram feitas.

PREMIADOS | Segundo Naval, o filme ‘Nos Confins do Brasil e do Mundo’, do diretor Marco Schiavon, ganhou o prêmio Apollo de Melhor Fotografia; o filme ‘Missão de Paz’, do diretor Ruyter Curvello Duarte, faturou o prêmio Apollo Feminino – concedido ao filme que melhor destaque a participação feminina nas Forças Armadas do Brasil; o filme ‘Nos Confins do Brasil e do Mundo’, de Marco Schiavon; e o prêmio Apollo Soamarino – concedido em parceria com a Sociedade de Amigos da Marinha do Rio de Janeiro para o melhor filme sobre a Marinha do Brasil.

Foram premiados ainda o filme ‘O dia em que um brasileiro enganou Hitler’, do diretor Felipe Dideus, com o prêmio Apollo Historiador – concedido ao filme que revele contribuição inovadora ao estudo da história militar no Brasil; o filme ‘Esperança', de Nathaniel Cragun, com o prêmio Apollo de Melhor Ficção; e o filme ‘Rendição da 148ª. Divisão de Infantaria alemã à FEB’, do diretor Artemio Jr, com o prêmio Apollo de Melhor Filme Pelo Júri Popular – concedido ao filme mais votado pelo público presente às sessões do Festival.

O filme mais premiado da primeira edição do Festival de Cinema de História Militar foi ‘Por Mais Terras que eu Percorra’, de Denise Marchi e Luís Mário Fontoura, que ganhou os prêmios Apollo de Melhor Roteiro, Melhor Direção, Apollo Febiano – concedido ao melhor filme sobre a atuação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e Apollo de Melhor Documentário.

O diretor Alexandre Naval recendo o prêmio