Escolas particulares e Associação do Major Prates pedem abertura

O Centro Integrado de Comando e Controle Local de Enfrentamento à Covid-19 de Montes Claros se reuniu com os dirigentes do Sindicato das Escolas Particulares do Norte de Minas e da Associação Comercial da Zona Sul, que foram pedir a abertura imediata das escolas e faculdades da cidade, assim como o retorno da feira livre do bairro Major Prates. Elio Soares Ribeiro e Dalton Caldeira Rocha mostraram os impactos causados pela paralisação das aulas nas escolas da rede particular, pois além de prejudicado o conteúdo pedagógico, ainda tem o impacto econômico, gerado com as mensalidades dos alunos e também do salário dos professores. Pediram que fosse permitido concluir o semestre letivo que foi paralisado em março.

No caso do bairro Major Prates, que tem a maior quantidade de casos confirmados em Montes Claros, com 19 casos, o presidente José Leite, da Associação Comercial da Zona Sul, propôs um acordo, onde seria realizada mobilização em todos os estabelecimentos comerciais para maior rigor nas normas sanitárias, como exigir uso de máscaras e álcool gel, visando reduzir os casos confirmados. Por sinal, no primeiro teste depois de identificado o caso positivo, o comerciário será imediatamente isolado. A entidade ainda propôs a retomada da Feira Livre, mas com normas rigorosas e venda apenas de produtos genuinamente do homem do campo. Ele estava com a gestora social Neide Chamone.

O Centro Integrado de Comando e Controle Local de Enfrentamento à Covid-19 anunciou que analisará as duas propostas, observando os aspectos técnicos, mas que existe preocupação com o atual cenário de Montes Claros, onde está faltando material para a realização das cirurgias, como a anestesia. Isso poderá provocar o retrocesso nas medidas de restrições, pois os hospitais estão sem condições de atender aos pacientes, apesar dos leitos de UTI disponível.