André Jardine comenta sobre chances do Brasil no Pré-Olímpico

Comandada por André Jardine, Seleção Olímpica busca
vaga para Tóquio 2020
Foto: LUCAS FIGUEIREDO/CBF

A medalha de ouro conquistada em 2016, nos Jogos Olímpicos do Rio, tirou um peso enorme sobre a Seleção Brasileira, então dirigida por Rogério Micale. Agora, no novo ciclo em busca do bi, o time verde-amarelo se renova para obter sua vaga na Olimpíada de Tóquio. Para isso, será necessário conseguir uma das duas vagas no Torneio Pré-Olímpico da Colômbia - o Brasil está no Grupo B e terá como adversários Bolívia, Paraguai, Peru e Uruguai.

Quem comandará os garotos é o gaúcho André Jardine, de 40 anos, fã do mineiro Telê Santana e responsável pelo processo de renovação da equipe Sub-23. Ele recuperou o astral da Seleção Brasileira depois do fiasco no Sul-Americano Sub-20 no ano passado, sob o comando de Carlos Amadeu. No bate-papo exclusivo com o Estado de Minas, ele fala sobre as expectativas para o torneio, sobre o intercâmbio com Tite e sobre o talento das joias do Atlético Cleiton e Guga, presentes na lista de convocados.

“Essa Seleção Sub-23 é composta por jogadores de gerações as quais eu conheço muito bem. Trabalhei muito tempo no São Paulo com a geração de atletas nascidos em 1997, que é a mais experiente neste grupo do Pré-Olímpico. As gerações 98 e 99, que são a do Sul-Americano Sub-20 no ano passado, também. Formamos uma Seleção muito forte desde o Torneio de Toulon, em julho de 2019. O conhecimento que tenho dessas gerações e a mudança de filosofia de jogo que a CBF está propondo em todas as suas categorias são alguns motivos que tornaram esse grupo Sub-23 muito preparado. É um time que deu liga em Toulon, se entrosou muito rápido, se identificou com o jeito de jogar e gostou das ideias propostas”. (Superesportes)