Presidente nacional do DEM acha que eleitor priorizou bons gestores, ignorando questões ideológicas

O prefeito de Salvador, ACM Neto, que é o presidente nacional do DEM, reconhece que o seu partido saiu fortalecido do primeiro turno das eleições deste ano, mas avalia que o eleitor priorizou a escolha de bons gestores e mão, como alguns entenderam, quaisquer questões ideológicas.

O DEM de ACM Neto venceu a eleição para prefeito em 459 cidades em todo o País, no primeiro turno, por isso ele concorda que o partido ganhou “musculatura” para futuras disputas. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, no Jornal Gente, o prefeito disse que o resultado mostra que o partido tem, nas palavras dele, “farinha no saco”, “voto na urna”.

 

Petistas estão furiosos com Barack Obama

 

O PT mal se recuperou da perda de prefeituras nas eleições municipais e veio a surpresa impressa no livro de memórias de Barack Obama, “A Promised Land”, em especial na fala dedicada aos presidentes petistas Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Obama descreve Lula como “cativante” e ambíguo em seus escrúpulos políticos ou “tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall, e circulavam boatos de clientelismo governamental, negócios por baixo do pano e propinas na casa dos bilhões”. O ex-chanceler Celso Amorim chamou Obama de “leviano” e “superficial”. A presidente do PT, Gleise Hoffmann, acusou Obama de ter passado oito anos fazendo guerras e espionagem, de ter acobertado um vice investigado por corrupção e cobrou explicações da sua participação no “golpe” da Lava Jato.

 

Bolsonaro flerta com Centrão

 

O resultado das eleições municipais, que apontou crescimento dos partidos de centro, está fazendo com que o presidente Jair Bolsonaro considere a possibilidade de filiação em uma das legendas que integram o bloco. A escolha seria por uma legenda da base aliada, uma delas é o Progressistas, comandado pelo senador Ciro Nogueira. É o partido também do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, e do pré-candidato a presidente da Câmara Arthur Lira. A outra é o PSD, de Gilberto Kassab, que tem como um dos seus filiados o ministro das Comunicações, Fabio Faria. A decisão, no entanto, só será tomada após a eleição no Congresso Nacional, em fevereiro.

 

Saída da crise depende das reformas administrativa e tributária

 

A saída para a grave crise financeira do estado pode estar na aprovação das reformas administrativa e tributária no Congresso Nacional, segundo afirmou o governador Romeu Zema, durante a abertura do 8º Encontro de Coordenação Orçamentária, Financeira e Fiscal Intergovernamental de países Ibero-Americanos. Ele disse que o governo tem feito á lição de casa, mas as grandes mudanças estruturais que vão efetivamente fazer a correção deste problema dependem do Legislativo, tanto o estadual quanto o federal. A reforma da Previdência do Estado foi um avanço, mas ele entende que é preciso muito mais para simplificar a vida de quem trabalha, de quem empreende e gera empregos.

 

Bolsonaristas temem nova crise de Bolsonaro com o Judiciário

 

A tensão entre o governo e o Judiciário volta a assombrar os assessores do presidente Jair Bolsonaro. O temor é de que as declarações do presidente para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro voltem a provocar uma crise entre os dois Poderes. Aliados de Bolsonaro tem argumentado com ele que é um erro levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral sem provas concretas. Além disso, investigações preliminares indicam que houve uma ação virtual orquestrada com disparos em massa de mensagens, por milícias digitais, com o objetivo de desacreditar o voto eletrônico, segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso

 

“Que tragédia de oposição”

 

O petista Fernando Haddad chamou o ministro Tarcísio de Freitas para a briga nas redes sociais e acabou recebendo uma resposta atravessada. Haddad postou que “o ministro da Infraestrutura, segundo a imprensa, era o competente do governo. Será que ao contrário do seu colega da Saúde ele sabe onde é o Amapá? Que tragédia de governo”. Tarcísio lembrou ao petista que o seu ministério não é o de Minas e Energia e provocou: “Haddad, o meu ministério cuida de transportes. Será que, ao contrário de quem nunca esteve num governo, você não deveria saber as atribuições dos ministérios? Que tragédia de oposição”.