Bancada da Saúde pressiona Secretaria de Saúde por volta de cirurgias eletivas

Houve uma forte reação dos parlamentares municipais para que volte a ser autorizada a volta das cirurgias eletivas que foram suspensas desde o mês de março quando o vírus da Covid-19 chegou com força em nossa cidade e como exigia que os hospitais aumentassem os leitos para atender os infectados pelo novo coronavírus, toda estrutura hospitalar ficou exclusiva e com isso todos os outros procedimentos foram suspensos.

Hoje, a Câmara Municipal conta com cinco vereadores ligados a saúde, entre médicos e técnicos de enfermagem que protestaram pela volta das cirurgias seletiva como disse o parlamentar, Dr. Valdivino (MDB) que afirma que a cidade que esta na condição verde, o que flexibiliza ainda mais e disse que existem pelo menos três mil pessoas a espera de uma cirurgia que não era urgente, mas com o passar do tempo tem paciente com doenças graves. "Precisamos voltar as cirurgias eletivas, pois antes da pandemia, a fila já era grande e tem  pessoas esperando há anos e não dá mais para esperar. A Covid-19 esta num patamar quase controlável e os leitos dos hospitais não exigem tanto e é esse momento para livrar essas pessoas dos seus sofrimentos”, disse.

Idelfonso da Saúde, (MDB) que milita na área da saúde por mais de três décadas, foi outro que fez o pedido para voltar a atende esses pacientes que estão na fila sofrendo, para fazer uma cirurgia que não sendo de urgência ou vital, mas que machuca muito e precisa ser resolvido. Ele disse que só pessoas esperando por uma cirurgia de Catarata são quase quatro mil e a maioria se trata de pessoas de baixa renda e não tem condições de desembolsar três ou quatro mil reais para custear. “Faço um apelo ao prefeito Humberto Souto que faça um estudo com seus profissionais da área da saúde para ver a viabilidade de voltar esse procedimento, uma vez que a fila só cresce e não tem só Covid-19 e temos muita gente sofrendo”, destacou. A bancada da Saúde fará requerimentos juntos pedindo ao chefe do Executivo para que esse pedido seja aceito.

 

 

 

Câmara aprova socorro financeiro para esportistas durante pandemia

 

Projeto prevê auxílio emergencial aos profissionais autônomos da educação física e aos vinculados a clube ou entidade esportiva. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (22), a proposta que prevê socorro financeiro de até R$ 1,6 bilhão ao setor do esporte em razão da pandemia de Covid-19. Foram aprovadas as emendas do Senado ao Projeto de Lei 2824/20. O texto segue para sanção. O relator, deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), recomendou a manutenção de todas as alterações feitas pelos senadores no substitutivo aprovado pela Câmara em julho. Naquela ocasião, Frota havia promovido mudanças no texto original do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) e de outros 14 parlamentares. Um dos pontos previstos é a concessão de auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores do setor que não tenham recebido esse socorro financeiro por meio da Lei 13.982/20. Além das exigências de não ter emprego formal, de não receber benefício previdenciário e de renda máxima, o texto exige do interessado atuação na área esportiva nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da futura lei e estar inscrito em cadastro do setor esportivo.

O benefício será pago em três parcelas, inclusive para atletas ou paratletas com idade mínima de 14 anos, se vinculados a um clube esportivo ou a uma entidade nacional de administração do desporto (federação ou confederação, por exemplo). Mulheres provedoras de família monoparental receberão duas cotas.

O benefício para os atletas será prorrogado nas mesmas condições do auxílio emergencial normal. São considerados trabalhadores do esporte os profissionais autônomos da educação física, aqueles vinculados a um clube esportivo ou a entidade nacional de administração do desporto. O texto especifica algumas especialidades, como os atletas, paratletas, técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, massagistas, árbitros e auxiliares de arbitragem e os trabalhadores envolvidos na realização das competições. Neste ponto, o Senado incluiu cronistas, jornalistas e radialistas esportivos, contanto que não tenham vínculos com clubes ou emissoras. Será exigida inscrição em cadastros estaduais, municipais ou distrital; nos cadastros dos clubes ou de alguma entidade nacional de administração do desporto; ou ainda no cadastro dos conselhos regionais de educação física.

 

 

 

Câmara pode votar projeto que regulamenta profissão de tradutor de Libras

 

Projeto determina que o intérprete de Libras tenha formação em nível superior. A Câmara dos Deputados pode votar hoje o Projeto de Lei 9382/17, da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, que regulamenta a profissão de tradutor, guia-intérprete e intérprete de Libras. A sessão está marcada para as 13h55. O projeto é um dos itens prioritários da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, segundo pauta apresentada na segunda-feira (21), quando se comemorou o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A proposta foi aprovada no ano passado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, na forma de um substitutivo. Entre outras medidas, o texto estabelece que o exercício da profissão é privativo das pessoas com formação superior específica nessa área ou superior em outras áreas (nesses casos, serão exigidos diplomas de extensão, formação continuada ou especialização com carga horária mínima de 360 horas, além de aprovação em exame de proficiência). O texto mantém o exercício da profissão de quem não tem formação superior, mas foi habilitado nos termos da legislação vigente e tem diplomas de cursos de extensão ou formação continuada na área. Em relação à carga horária, a proposta determina jornada de seis horas diárias ou 30 horas semanais para os profissionais. Nos casos de tradução e interpretação superior á uma hora de duração, é exigido o revezamento de, no mínimo, dois profissionais. Além disso, o texto inclui na legislação a profissão de guia-intérprete, que domina a comunicação utilizada por pessoas com surdocegueira.

 

 

 

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Partidos envolvidos em escândalos vão apurar o que é “mentira”

 

Partidos serão parceiros da Justiça Eleitoral no site “Desinformação”, para combater as “fake news”. Partidos políticos integrados por mentirosos compulsivos são a maioria dos parceiros da Justiça Eleitoral no site “Desinformação”, de combate às “fake news”. O DEM de Rodrigo Maia, personagem da Lava Jato, o PTB de Roberto Jefferson, estrela do mensalão, o PSC do Pastor Everaldo, preso mês passado, e o PP do petrolão ajudarão a definir o que é falso ou verdadeiro, na disputa eleitoral. O TSE ignora a sentença do estadista alemão Otto von Bismarck, que em 1871 advertiu: “Nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada.” Também são parceiros da Justiça Eleitoral, Solidariedade, DC, PCdoB, PDT, PRTB, Podemos e Republicanos, recheados de velhos mentirosos. O Programa Desinformação conta com a participação de apenas dois órgãos públicos: o Ministério da Justiça e o Ministério Público Federal. Governo quer reforma tributária dando ‘resposta contundente’ à crise. Só grupos da mídia tradicional (rádio, TV e impresso) são parceiros anti-fake. E as “agências verificadoras”, mas só as de velhos jornalões.