Parlamentar disse que é preciso lutar por moradia para o homem do campo

Na administração passada foi prometida que haveria o início de um projeto para construção de pelo menos 200 casas populares do Minha Casa, nos principais distritos como forma de segurar as famílias dos trabalhadores da zona rural campo que havia tentam deixar sua terra para tentar a sorte em Montes Claros, para que possa fazer o caminho inverso. O vereador lembra que, hoje temos somente 7% de uma população que vivia no campo com quase 30% e muitos até choram aos lamentar a saúde e deseja voltar se tiver presença da prefeitura e moradia adequada como tem na cidade.

Aldair Fagundes (Cidadania) disse que é uma ação social fundamental e que até o momento não foi construída uma só moradia nos grandes distritos e necessária, já que ele entende que não existe uma política social para garantir o homem do campo os mesmos benefícios que se vê para o trabalhador urbano. O parlamentar lembrou que o êxodo rural que muitos dos moradores que vierem para a cidade em busca de emprego, escola, saúde e moradia, esbarraram em grandes dificuldades como a falta de um emprego, uma vez que a grande maioria que vinha fugindo das secas e de outros problemas não tem mão de obra qualificada e por isso não conseguiram entrar no competitivo mercado de trabalho.

O resultado disso foi á frustração de não ter encontrado a melhoria desejada e, os filhos entrando para o caminho da marginalidade, mas que agora muitos deles querem voltar e não tem mais um lugar para morar ou mesmo um pedacinho de terra para fazer uma horta e por isso ele fará casas nos distritos, para que esse homem do campo volte para perto dos seus familiares e tenha condições de refazer sua vida no campo, onde ele sabe de fato viver e trabalhar.

Aldair salientou que em Montes Claros existe um déficit de cinco mil moradias e mesmo com o numero de moradias entregues não tem resolvido os problemas, já que existem irregularidades já denunciadas por ele ao Ministério Público.

Ainda de acordo com o vereador é preciso que se faça um loteamento rural, que facilitaria para o homem do campo ter o seu pedaço de terra, não somente para construir, mas também terá oportunidade de plantar e fazer sua horta e assim garantir o sustento da família: “o que realmente queremos é dar condições para o homem de o campo voltar a viver bem e com todas as condições necessárias e que ele não pense em vir para a cidade, onde os problemas são maiores e ele terá ainda maiores dificuldades. Nós devemos priorizar o homem do campo e faremos todo possível e dentro da legalidade para garantir uma vida melhor e melhores condições de trabalho, educação, saúde, estradas e moradia. Muitos deixaram suas casas e sua terra para tentar uma melhor sorte em Montes Claros, mas não conseguiram e então vamos ajudar que ele volte de onde saiu, mas que o faça com dignidade e tento condições de ter um teto para abrigar sua família e ter onde trabalhar e tirar o seu sustento.” Ao concluir disse que para viabilizar esse tipo de projeto tem que haver a união política, já que a atual administração despreza o homem do campo e pouco se pode contar com ela.

 

Cresce número de candidatos da área de saúde nestas eleições

 

Tribunal Superior Eleitoral inicia teste de integridade em urnas eletrônicas de 2020. Além desses profissionais, há também crescimento dos candidatos de outras áreas da saúde, como os fonoaudiólogos. Em meio à pandemia de Covid-19, os registros de candidatos da área de saúde aumentaram nas eleições municipais deste ano. Juntos, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas somam 12.202, aumento de quase 20% em relação a 2016. Esse percentual ficou acima do crescimento de pedidos de registros de candidatura neste ano, que chegaram a 12%. Foram 555.395 no total, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No caso dos médicos, são 2.728 neste ano, com crescimento de 8% em relação às eleições municipais anteriores (abaixo do crescimento total de registros). O aumento do número de técnicos de enfermagem é mais expressivo: 45%, com 4.675 candidatos neste ano.

Os enfermeiros somam 3.906 candidatos, com expansão de 4,6% na comparação com 2016. Já o crescimento de fisioterapeutas ficou em 24,9%, com 893 nestas eleições. Além desses profissionais, há também crescimento dos candidatos de outras áreas da saúde, como os fonoaudiólogos. Eles são 87 neste ano, contra 58 em 2016, expansão de 50%.

O cientista político Ricardo Costa de Oliveira, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), diz que apesar de haver a possibilidade de a pandemia ter estimulado essas candidaturas, já é tradição no Brasil ter candidatos da saúde. Ele diz que o contato com a população no trabalho, na área de saúde, facilita a projeção como política. “Tradicionalmente, há profissionais da saúde na política desde o século 19. Isso acontece até pelo trabalho que desenvolvem com a comunidade”, disse.

 

Outras profissões

Nos dados do TSE, parte dos candidatos não tem a profissão definida (quase 119 mil, 21,4% do total), estando classificada como “outras”. Entre as profissões definidas pelos candidatos ao fazer o pedido de registro, a maioria continua sendo de agricultores – 37.896, o que representa 6,8% do total. Apesar disso, o crescimento da candidatura de agricultores (5,7%) ficou abaixo da expansão total (12%), na comparação com 2016. Ou seja, eles perderam espaço para outras profissões nestas eleições. Os servidores públicos municipais são 35.450, representando 6,4% do total. Na comparação com as eleições de 2016, eles tiveram crescimento de 10,7% na participação. Os empresários são 33.297, 6% do total, com aumento de 28,9% nos pedidos de registro de candidaturas em relação a 2016.

 

Parlamentar questiona falta de proposta para melhorar condição de vida de idosos

 

O vereador Raimundo do INSS (PDT) defendeu uma politica mais pratica em defesa dos idosos e disse ainda que o poder de influência dos idosos aumentou na eleição deste ano, segundo dados recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que mostram o eleitorado brasileiro mais velho. Os idosos ao serem procurados para saber o que eles desejam para a melhoria da condição de vida dos idosos e a mesma pergunta foi feita para a grande maioria dos candidatos á majoritária e de acordo com o vereador, Raimundo, faltam politica mais praticas para melhorar a vida social e trabalhista desse importante segmento, uma vez que, o total de eleitores acima de 60 anos cresceu 20% em relação há quatro anos atrás – o contingente passou de 20 milhões para 40,2 milhões.

Além de defender reajuste nos benefícios da Previdência, o parlamentar disse que os idosos estão "esquecidos", apesar de ter um estatuto de primeiro mundo, mas mesmo sendo aprovado a mais de uma década., as principais leis carecem de regulamentação. Ele apontou a falta de geriatras no sistema de saúde pública; "Nós vamos ver os programas eleitorais e ver o que eles têm para oferecer para toda essa gente, eu merece toda atenção por ter dado a sua vida em favor do país. Poderia ter no país e em nossa cidade que é polo e atende na saúde mais de um milhão de pessoas de toda região, no lado da saúde, um hospital geriátrico para os idosos. Por que não tem um centro de integração do idoso? Tem que ter mais geriatras disponíveis na saúde pública."

Ao concluir seu posicionamento  o vereador concluiu dizendo: “É um direito. Não estamos pedindo para dar nada a mais que um direito. Quem pegou sete, oito, dez salários mínimos, está ganhando um salário [mínimo] depois de aposentado", disse o representante da associação, que conta com 10 mil idosos e aposentados.

 

 

 

Última

 

Arolde Oliveira morre de covid-19 aos 83 anos e o Senado decreta luto oficial

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decretou luto oficial pelo falecimento do senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) aos 83 anos. Ele morreu nesta quarta-feira (21) devido a complicações provocadas pela Covid-19. Em nota, Alcolumbre lamentou o falecimento e destacou o “poder de comunicação e a conduta afetuosa” do senador. O ex-ministro Gilberto Kassab, presidente nacional e fundador do PSDB, lamentou a morte do correligionário. Em nota, ele destacou que Arolde de Oliveira “foi um democrata que dedicou sua vida à política e à defesa dos interesses dos brasileiros, especialmente dos fluminenses”. Gastos do governo com pandemia chegam a R$ 38,2 bi na saúde e R$ 2,7 bi na cultura. Anvisa diz que análise de vacinas contra covid-19 será técnica. Natural de São Luiz Gonzaga (RS), Oliveira deixa a mulher Yvelise de Oliveira, e a filha Marina de Oliveira. “À toda sua família, aos amigos e eleitores, o PSD transmite votos de profundo pesar”, afirma Gilberto Kassab. Diversos senadores lamentar a morte do senador nas redes sociais. Arolde era empresário e tinha uma extensa carreira política. Foi eleitor senador em 2018 após nove mandatos como deputado federal. Carlos Fávaro (PSD-MT) manifestou seus “profundos sentimentos” pela perda do colega. “Mais que a saudade, fica sua grande trajetória e legado”, registrou o senador. Zenaide Maia (Pros-RN) disse que recebeu com tristeza a notícia do falecimento do colega. “Meus sentimentos à família e aos amigos. Que Deus conforte a todos”, declarou.