Parlamentar faz alerta grave que sem investimentos hospitais podem fechar as portas

Legenda

Valdemar Soares

 

O vereador Dr. Valdivino Antunes (MDB), que é médico, fez um sombrio pronunciamento com relação á saúde da população ao dizer que devido á falta de investimentos e seriedade por partes dos órgãos oficiais, dois hospitais estão na iminência de fechar as portas. Ele disse que a saúde da população não está boa e que basta um cidadão necessitar de um exame especializado que não consegue e a burocracia e a falta de planejamento são os principais entraves. O parlamentar mais uma vez disparou contra a corrupção que está presente em todos os governos passados  e não no presente de forma efetiva que tirou do povo os investimentos que eram tão necessários e disparou. “O que presenciamos foi um desmonte da maquina administrativa e tanta roubalheira, pois dinheiro para investir na saúde tinha de sobra, o que não sobrava é a honestidade, pois roubam demais e deixa o povo a míngua.

Claro que não vou dizer quais os hospitais que podem fechar as portas, pois quem é da área da saúde sabe do que estou falando e pior, de tudo que não existe a menor sensibilidade por parte do governo federal, estadual e nem municipal para evitar essa tragédia. Montes Claros precisa de mais hospitais com maiores investimentos e não deixar os que tem viver com o pires na mão”, alerta o parlamentar.

Dr. Valdivino disse ainda que a realidade da saúde em nossa cidade e muito triste e que os governantes fingem que a situação está sob controle e ele afirma que não está. “Se não houver uma forte reação política e a união de todos os deputados, vereadores e classe civil organizada para salvar nossas unidades de saúde que estão pagando para trabalhar, enquanto a população por sua vez clama por uma saúde de qualidade Mas falta seriedade, vergonha e boa vontade política. Temos que agir agora, par na ao correr atrás depois que esses hospitais vierem a fechar suas portas”, finalizou.

 

 

 

Parlamentares estudam proposta para reduzir salários de servidores, juízes e políticos

 

Congresso Nacional analisará vetos presidenciais nesta terça-feira. Medida deve atingir o alto escalão do funcionalismo público, incluindo carreiras privilegiadas. O impacto econômico da pandemia de coronavírus será devastador e a ficha parece ter caído entre os políticos, tanto que partidos com representação no Congresso Nacional já começam a estudar uma proposta audaciosa de reduzir salários do alto escalão do funcionalismo público: os próprios parlamentares, juízes e servidores de carreiras privilegiadas como na Receita Federal. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) explicou a ideia como uma redução gradual, de acordo com os vencimentos dos servidores.

Quem ganha até cerca de R$5 mil não teria nenhum corte, quem ganha até cerca de R$10 mil teria 10% de redução e quem ganha acima desse valor seria entre 20% e 25%. Covid-19: Brasil tem 46 mortes e mais de 2 mil casos confirmados. Brasil tem 46 mortos e 2.201 casos confirmados de coronavírus. A ideia, também foi confirmada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é que o projeto tramite em conjunto com as iniciativas do governo federal. Apesar de não haver dúvida sobre a falta de recursos para o enfrentamento da crise e a significativa diferença que esse dinheiro fará no combate ao coronavírus e os efeitos posteriores na economia, está fora de cogitação incluir quem está na linha de frente na proposta de redução salarial. Assim, médicos, enfermeiros, policiais, bombeiros e outras profissões devem ficar de fora.

 

 

 

 

Câmara suspende reuniões ordinárias das terças-feiras

 

Vereador Marcos Nem

Foto: ASCOM/CÂMARA

 

Os vereadores trabalharam obedecendo a Câmara Vereadores de Montes Claros que realizou na terça-feira (24), a última reunião presencial ordinária. O retorno à normalidade ocorrerá após o fim da pandemia da Covid-19. A decisão baseia no Decreto de restrições, determinado pelo Governo Federal, que visa diminuir os riscos de contágio do novo coronavírus. O presidente da Casa, Marcos Nem (PSD), explicou que a decisão tomada visa resguarda a saúde dos parlamentares e servidores, alguns com mais de 60 anos, outros portadores de doenças crônicas. Salientou que a medida ainda respeita o Decreto do Executivo, que proíbe pessoas com mais de 60 anos a circular pelas ruas, salvo em extrema necessidade. Ele explicou que a Câmara estava fechada para o público, agora está também fechada para os servidores.

Alguns estão de férias, outros vão continuar o trabalho em casa e um plantão será mantido. O serviço dos parlamentares continuará: os vereadores e assessores terão acesso aos gabinetes, para fazer algum trabalho, mas não vão poder permanecer no local. O atendimento ao público será feito via redes sociais, por isso, estamos divulgando os números dos telefones e Whatsapp dos parlamentares e assessores. Interesse da comunidade, um projeto urgente, a Câmara fará uma convocação para reunião extraordinária. Na reunião desta terça-feira (24/03), o projeto de autoria do vereador Wilton Dias (PHS), foi retirado de pauta. O mesmo instituía a obrigação agências bancárias, restaurantes, lanchonetes, padarias, supermercados, comércio em geral, cartórios de registros e concessionários de serviços públicos de disponibilizarem álcool em gel para os clientes e usuários durante a pandemia do coronavírus.

 

 

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Enquanto 59% dos cariocas rejeitam Witzel, 48,5% apoiam Bolsonaro

 

O governo de Witzel é ruim ou péssimo para 45,7% contra 35,9% no caso do presidente. Com possível saída de Bolsonaro, PSL acena a Witzel de olho em 2022. Em meio à rivalidade política que deve alcançar as eleições de 2022, levantamento do instituto Paraná Pesquisas registra que 59% dos eleitores cariocas reprovam a gestão do governador Wilson Witzel, enquanto o governo Jair Bolsonaro tem 48,5% de aprovação na capital fluminense. Ainda que aprovado pela maioria, o governo Bolsonaro é considerado ruim ou péssimo por 35,9% dos 910 cariocas entrevistados. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O levantamento feito na cidade do Rio mostra que 35,1% avaliam a gestão Bolsonaro como ótima ou boa, e 27,1% como regular. O governo Witzel é ruim ou péssimo para 45,7% dos cariocas. E só 18,7% o avaliam como ótimo ou bom. E 33,6% acham-no regular. Atraso é uma doença. Pensando bem. A pesquisa, registrada no TSE (RJ-02928/2020), indica que o campeão em reprovação do carioca é o prefeito do Rio, Marcelo Crivella: 74%.