Parlamentar volta a cobrar Educação ambiental na grade programação municipal

Um dos maiores problemas enfrentados por todos os países do mundo é o aquecimento global que já vem sendo sentido por toda população, e no Brasil isso não é diferente, tanto que o clima que antes se divida em quatro estações bem definidos, hoje não se pode mais fazer uma programação sobre frio ou estação quente. O principal problema é que o clima mundial mudou radicalmente devido os desmatamentos feitos de forma desenfreada e irregular, poluição em grande escala e outros problemas relacionados á má conservação do meio ambiente.

Existem muitas ONGs, ministério e secretarias estaduais e municipais que cuidam do Meio Ambiente, mas nada disso parece ter forças para coibir a ação do homem na degradação do meio em que vive e por isso trazendo sérios riscos a vida social. Segundo o Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Câmara Municipal, Soter Magno (PP) declarou que, a única maneira de poder reverter esse quadro a médio e longo prazo é o ensino feito nas escolas para as crianças, adolescentes e jovens de hoje, para que num futuro próximo eles sejam os agentes de conservação e de conscientização para que o meio ambiente seja conservado. O Presidente disse que já existe um projeto de lei parado na Câmara Federal de autoria do ex- deputado federal, José Fernando Aparecido de Oliveira, (PV) para que seja obrigatória nos ensino fundamental e Médio na grade de ensino das escolas a matéria de Educação Ambiental. O ano letivo esta praticamente perdido devido ao isolamento devido ao covid-19, mas ainda há tempo para efetuar essa mudança no grade estudantil e, poderia dar um passo além do que vem sendo pleiteado pelo parlamentar federal e instituir na grade de ensino das escolas Municipais o Ensino de Educação Ambiental.

Acordo com Soter, é preciso que Montes Claros saia na frente, pois é uma cidade polo, onde pode servir de exemplo para outras cidades e com isso dar uma grande contribuição para melhorar a qualidade de vida dos moradores: “O que realmente precisamos fazer é sair do discurso e ir para a prática, pois o nosso ambiente vem sendo duramente agredido e pouco se tem feito pelos poderes públicos, já que dependemos basicamente das ONGs. A prefeitura poderá determinar isso para os estudantes do Ensino Fundamental inicialmente e posteriormente adotar isso para o ensino Médio, e tenho certeza de que estaremos dando um grande salto para melhorar o nosso ambiente, pois teremos em nossos jovens e crianças os autênticos defensores da nossa fauna e flora, mas para isso é preciso municiar a todos com conhecimento da necessidade de preservação dos nossos rios, animais e vegetações. Eu sei que se ensinar para os nossos estudantes, vamos ter um grande exercito a favor da vida e o custo para o município não era oneroso e o resultado será gratificante. Como homem publico quero fazer mais do que simplesmente denunciar derrubada de arvore, lixo inadequado em lugares que agridem a natureza, temos que ensinar mesmo a geração que está chegando, pois eles, já conscientes da necessidade de melhorar o meio ambiente e com informações desde muito cedo nos bancos das escolas, serão os fiscais da natureza e os conservadores. Então não precisaremos mais punir os que transgredem a lei e muitos por falta de informação das consequências dos seus atos. Vou estar com o prefeito e a secretaria municipal da educação para tentar que ano que vem, os nossos estudantes já tenha essa matéria na grade de ensino nas escolas municipais”, concluiu.

 

 

 

Especialistas defendem isolamento e retorno controlado

 

Para especialistas, o isolamento feito na hora certa consegue barrar o avanço da Covid-19 especialistas, o isolamento feito na hora certa consegue barrar o avanço da Covid-19 - A necessidade do isolamento social e os cuidados necessários para sair dele foram alguns dos pontos abordados por especialistas que participaram de debate, em Reunião Especial de Plenário na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Para Unaí Tupinambá, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Rômulo Paes, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), atendidos alguns requisitos básicos, é possível começar a relaxar o isolamento, mas isso precisa ser feito de forma controlada e planejada. Ambos apresentaram estudos referentes a outros países, como China, Itália e Estados Unidos, para demonstrar que o isolamento feito na hora certa consegue barrar o avanço da Covid-19, no cenário de ausência de vacinas e remédios.

De acordo com Rômulo Paes, o protocolo para enfrentamento da Covid-19 no Brasil foi lançado no dia 6 de fevereiro, mas apenas no fim de março as primeiras medidas efetivas foram adotadas. Belo Horizonte foi apontada por ambos os estudiosos como um caso de sucesso, com o isolamento decretado no momento ideal. Por isso, a transparência e a difusão responsável de informações, ao lado de medidas políticas coordenadas e planejadas, são consideradas por ele como essenciais para reduzir o número de infectados e para retomar as atividades aos poucos. Para a flexibilização do isolamento social, os dois especialistas apontaram que é necessário, além de redução do número de casos e de mortes pela Covid-19, avaliar as condições do sistema de saúde local e garantir que medidas sanitárias sejam tomadas em ambientes públicos e em locais de trabalho.

Barreiras sanitárias – O professor do Instituto Tecnológico Federal do Sul de Minas, Sérgio de Oliveira Teixeira, defendeu que sejam adotadas na região medidas de contenção, por causa do fluxo de pessoas vindas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde a situação sanitária é mais grave. Entidades apontam vantagens e riscos da retomada da atividade econômica e do isolamento social. Para ele, uma atenção especial deve recair sobre o controle epidemiológico nas cidades, com a criação de postos de medição de temperatura corporal e aplicação de testes rápidos em estabelecimentos situados nas estradas, que podem ser vetores de transmissão da Covid-19. De acordo com o pesquisador, o Sul de Minas é uma porta de entrada do vírus no Estado, e por isso, as rodovias de maior fluxo oriundo de outras unidades federativas deverão ser priorizadas.

Ele alertou, ainda, para o aumento de casos no Triângulo Mineiro, que também faz divisa com São Paulo. O presidente da Assembleia, deputado Agostinho Patrus (PV), informou que municípios do Sul, como Poços de Caldas, Extrema e Muzambinho, entre outros, já estão implantando barreiras, principalmente diante da decretação de feriado na cidade de São Paulo, nesta semana.  Economia deve se recuperar lentamente- Após a pandemia, a economia mineira deve se recuperar de forma lenta, entre o fim de 2021 e o início de 2022. A previsão é da gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Daniela Pereira. A representante da Fiemg advertiu para a queda na atividade econômica A representante da Fiemg advertiu para a queda na atividade econômica -  As projeções do PIB apontam para uma queda de 5,7% em nível nacional e 7% em nível estadual, em 2020. Neste ano, entre os setores econômicos, apenas a agropecuária e a indústria extrativa deverão apresentar aumento, com 4,5% e 0,5%, respectivamente.

 

 

 

Acordo sobre Lei Kandir prevê R$ 8,7 bilhões para Minas

 

Agostinho Patrus

 

Compensação de perdas do Estado e dos municípios é uma das bandeiras da Assembleia; valor será repassado até 2037. Presidente Agostinho Patrus apresentou reivindicação de Minas sobre a Lei Kandir no Fórum Nacional dos Governadores, em agosto do ano passado, em Brasília - A compensação de perdas financeiras decorrentes da Lei Kandir, pleito que figura entre as principais bandeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), está prestes a ser iniciada. A União e os estados formalizaram, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), um acordo com o objetivo de reparar prejuízos provocados pela Lei Complementar 87, de 1996, a chamada Lei Kandir. O acordo firmado no dia 15 deste mês, por meio do Fórum Nacional de Governadores, prevê a destinação, até 2037, de cerca de R$ 8,7 bilhões a Minas, de um montante total de R$ 65,6 bilhões a todos os entes da Federação.

Desde que a lei entrou em vigor, em 1996, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e quando o ministro do Planejamento era Antonio Kandir, Minas Gerais e os demais estados passaram a não recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre suas exportações, com impactos significativos, também, sobre as contas dos municípios. A lei previa a compensação, pela União, das perdas causadas por essa renúncia fiscal, o que somente ocorreu até 2003. A estimativa é que, desde então, o prejuízo acumulado por Minas Gerais seja da ordem de R$ 135 bilhões, segundo dados da Comissão Extraordinária de Acerto de Contas entre Minas e a União, criada pela ALMG. Esse valor é relativo aos recursos que o Estado e os municípios exportadores deixaram de arrecadar desde a edição da norma. Embora o repasse previsto, de R$ 8,7 bilhões, ainda esteja abaixo dos valores a que Minas Gerais têm direito de receber, o acordo firmado representa uma relevante vitória do Estado e dos municípios mineiros, na avaliação do presidente da ALMG, deputado Agostinho Patrus (PV). “A destinação deste recurso representará fundamental alívio aos cofres públicos. Mesmo sendo distante do valor a que o Estado deveria receber, que é de R$ 135 bilhões, conforme cálculos já apresentados, trata-se de uma conquista importante”, afirma. A isenção de impostos prevista na Lei Kandir recaiu sobre produtos primários e semielaborados, o que provocou grandes perdas para o Estado, sobretudo na cadeia de exploração e exportação do agronegócio e da mineração – que são á base da atividade econômica de Minas. “Assumimos enfrentar um imenso desafio, que se arrastava por mais de 20 anos. É assim, sem medir esforços na defesa dos interesses de Minas, que a Assembleia trabalha. Uma etapa está superada, mas o empenho do Legislativo mineiro por compensações que são justas ao nosso Estado permanece”, completa Agostinho Patrus.

 

 

 

Última

Mário Frias fatura Secretaria e Regina Duarte ganha Cinemateca quebrada

 

Atriz se esquivou de armadilhas e traições, mas aprendeu que política e Brasília não são para principiantes. Mário Frias fatura Secretaria e Regina Duarte ganha Cinemateca quebrada. Atriz se esquivou de várias armadilhas e traições, mas aprendeu que política e Brasília não são para principiantes. A atriz Regina Duarte descobriu amargamente que política e Brasília não são para principiantes. Após meses driblando armadilhas, cascas de banana e traições, ela desistiu quando viu o presidente Jair Bolsonaro achar graça no oferecido ator Mário Frias, que se confessou interessado em assumir a Secretaria de Cultura. Ninguém merece tanto bullying. Ela sai com a consolação de uma sinecura como dirigente da quebradíssima Cinemateca Brasileira, mantida pelo governo federal em São Paulo.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. A sinecura de Regina Duarte não é lá essas coisas: R$10,3 mil mensais, um quinto do salário que tinha Globo até assumir a Secretaria de Cultura. O orçamento anual de R$12 milhões da Cinemateca é gasto em salários, água e energia. Não sobra para preservação do acervo, cafezinho, nada. Tucano não perde a piada. A gestão da Cinemateca foi terceirizada para uma Associação Roquette Pinto (Acerp), sucessora da extinta Fundação do mesmo nome.  O ator Mário Frias, que se ofereceu para assumir a Secretaria de Cultura, quer visitar a repartição nesta quinta (21). Vai encontrar o maior climão.