Vereador pede governo por pequenas barragens agora durante a seca

A nossa região vêm sempre todos os anos experimentando uma experiência amarga, que é a seca prolongada que vem causando sérios danos à agricultura e a morte de animais. Os moradores da zona rural sobrevivem nessas épocas de seca com cestas básicas que o governo estadual tem mandado para que eles consigam passar por esse período difícil.

Segundo o vereador Ildeu Maia (PP) - um dos lideres da bancada ruralista - as chuvas que ocorreram na cidade há anos não vêm com a regularidade dar tranquilidade ao homem do campo e quem sofre as consequências imediatas são os trabalhadores do campo que em determinados localidades nem mesmo tem água para o consumo humano, em certas épocas do ano.

Para amenizar a situação da falta de chuva e até mesmo água para os moradores fazerem comida e beber, os órgãos oficiais como Denocs, Codevasf e Prefeitura têm se unido para que possa abrir poços artesianos para que os moradores tenham água para a sua sobrevivência; e o tempo de fazer isso é agora, quando as chuvas não vêm mais com regularidade e é o inicio das secas que tanto prejuízos trazem para o homem do campo. Maia destacou que agora todos devem pensar, sobretudo, no futuro e para que situações como essas venham a se repetir.

O vereador disse ainda que essas pequenas barragens são uma experiência que tem dado certo em outros locais e por aqui também, mas foram feita em número insuficiente e, por isso, está muito esperançoso que essa falta de água não traga tantos problemas para os moradores da zona rural no futuro; “o que estamos vendo são as plantações não vingarem, os animais estão com falta de água e o que comer, é uma situação triste e desoladora. É preciso que para os próximos anos, o governo estadual junto com a prefeitura e o governo federal tome medidas perenes, pois essas medidas paliativas, como cestas básicas e caminhão pipa que leva água para onde não tem ajudam muito e, agora isso numa situação emergencial, mas que não pode ser uma coisa repetitiva”.

“Todos nós queremos manter o homem do campo no seu local de trabalho, produzindo e vivendo com sua família, mas como segurar esse homem, quando ele percebe que o que plantou não vai colher, não tem água para beber e às vezes nem mesmo estrada tem para passar com o pouco que tem para vender e continuar sobrevivendo? É preciso que se tome uma medida preventiva, para que essa cena não se repita. A cidade e todos os nãos decreta estado de emergência e, ainda assim, nada melhorou para o homem do campo, que desesperanço vem para a cidade em busca de melhoria e não tendo mão de obra qualificada, não pode brigar por uma vaga no competitivo mercado de trabalho. O resultado de tudo isso, é que a grande maioria vai viver na periferia e estado de pobreza, e com isso trazendo sérias complicações para o município que vai gastar muito menos, se tiver ações preventivas, para que o homem do campo não chegue à situação de penúria em que está vivendo”.

 

 

 

Governo não deixará mais sem respostas acusações e falácias sobre a Amazônia

 

A floresta permanece intacta em 94% do Estado do Amazonas e 84% de toda Amazônia legal. O governo deve abandonar a atitude passiva e reagir, no mesmo tom, aos ataques e ou ameaças de boicote produtos brasileiros sob argumentos distorcidos ou até falaciosos sobre a Amazônia. “Chegou ao limite”, afirmou a ministra Tereza Cristina (Agricultura) ao ser indagada sobre o fato de persistirem as acusações contra o Brasil. Para ela, “é hora de mostrar que pau que bate em Chico dá em Francisco”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. A nova atitude já pôde ser percebida na voz do ministro Paulo Guedes (Economia), em videoconferência promovida por um instituto de Chicago. Ao ser indagado sobre preservação da Amazônia, Guedes disse que compreendia a preocupação: “afinal, vocês destruíram suas florestas”. Acordo de leniência é o ato mais importante de que participou, admite Múcio.

Durante entrevista à Rádio Bandeirantes, na sexta (7), Tereza Cristina disse que o exterior ignora notícias sobre redução das queimadas. Ela disse que por enquanto as ameaças e anúncios de boicote andam são irrelevantes, mas podem se agravar. Por isso o Brasil precisa reagir.

 

 

 

PGR recorre de decisão que impediu acesso a dados da Lava Jato

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Edson Fachin que impediu a entrega todas as bases de dados das investigações realizadas pelas forças-tarefas da Operação Lava Jato em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Paraná. No agravo, o vice-procurador geral, Humberto Jacques de Medeiros, pede que o ministro reveja sua decisão ou leve o caso para julgamento na Corte.

Na petição, Medeiros diz que os integrantes das forças-tarefas são designados pela PGR. Dessa forma, os procuradores não podem reter informações sobre as investigações em andamento. Segundo o vice-procurador, não há intenção em fazer “devassa de documentos”. “O princípio que impõe que em um Estado Democrático de Direito inexista qualquer parcela de poder sem controle ou sem freios e contrapesos não consente que um membro do Ministério Público, só ou em grupo, retenha consigo informações, investigações, provas ou feitos como se eles pudessem integrar o plexo de sua independência. Independência vertida, assim, em soberania sem controle torna o Ministério Público incompatível com o Estado Democrático de Direito”, afirmou.

Na segunda-feira (3), Fachin revogou a liminar proferida em julho pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, autorizando a PGR a realizar a cópia dos dados das forças-tarefas. A anulação da decisão de Toffoli ocorreu por motivos processuais. Segundo Fachin, a ação utilizada pela PGR para pedir que os dados fossem enviados não pode ser usada para esse fim. O ministro também retirou o sigilo do processo. No dia 9 de julho, o presidente atendeu ao pedido liminar de liberação de dados para a procuradoria por entender que todas as unidades do Ministério Público integram uma única instituição, que é comandada pela PGR. Segundo o presidente, a procuradoria “hierarquicamente, detém competência administrativa para requisitar o intercâmbio institucional de informações”.