Área mineira de Sudene fica em 6º lugar na aplicação do FNE

Á área mineira da Sudene realizou R$ 28,3 milhões na aplicação de recursos do Fundo Constitucional do Nordeste, conforme dados da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e ficou em sexto lugar, atrás do Ceará com R$ 77,2 milhões; Bahia com R$ 70,2 milhões, Pernambuco com R$ 56,9 milhões; Paraíba com R$ 30,5 milhões e Rio Grande do Nordeste com R$ 30,2 milhões. Depois da área mineira, vieram Alagoas com R$ 13,8 milhões, Espírito Santo com R$ 9,2 milhões; Maranhão com R$ 27,3 milhões; Piauí com R$ 25,2 milhões e Sergipe com R$ 11,1 milhões.  Foram realizadas 4.597 operações de crédito em toda área da Sudene.

Nos casos da área mineira da Sudene, a agência de Montes Claros teve 79 contratos com R$ 6,189 milhões; enquanto outros municípios tiveram 209 projetos que totalizaram R$14,632 milhões. A agência de Teófilo Otoni teve 19 projetos, que totalizam R$ 1,267 milhão e outros municípios do Vale do Mucuri e Jequitinhonha tiveram 81 projetos e R$ 5,517 milhões. Patos de Minas teve 10 projetos, com R$ 633, mil. Governador Valadares um projeto de R$ 100 mil. As contratações no estado de Minas Gerais somaram R$ 28,3 milhões, por meio de 399 operações de crédito, com ticket médio de R$ 71,0 mil. O montante representa 8,1% do total contratado em toda área de atuação da Sudene.

Em Minas Gerais, as contratações entre os portes de beneficiários foram distribuídas da seguinte forma: 78,9% para pequeno, 10,1% para pequeno‐ médio, 5,7% para mini/micro e 5,3% para médio porte. Não houve contratações para o grande porte. As contratações em Minas Gerais somaram R$ 28,3 milhões e tiveram concentração de 91,9% no setor de Comércio e Serviços, 5% no da Indústria e 3% no de Turismo. As contratações no setor da Indústria foram alocadas em 11 divisões de atividades econômicas (CNAE), distribuídas da seguinte forma: produtos alimentícios (R$ 408,0 mil), móveis (R$ 214,7 mil), impressão e reprodução de gravações (R$ 175,0 mil), aluguéis não imobiliários e gestão de ativos intangíveis não financeiros (R$ 100,0 mil) e demais atividades (R$ 100,0 mil).

As contratações no setor de Comércio e Serviços foram alocadas em 76 classes de atividades econômicas (CNAE), distribuídas da seguinte forma: materiais de construção (R$ 3,2 milhões), minimercados, mercearias e armazéns (R$ 2,7 milhões), artigos do vestuário (R$ 2,1 milhões), produtos farmacêuticos (R$ 1,8 milhão), hipermercados e supermercados (R$ 1,4 milhão) e demais atividades (R$ 1,1 milhão). As contratações no setor de Turismo foram alocadas em 3 grupos de atividades econômicas (CNAE), distribuídas da seguinte forma: alimentação e bebidas (R$ 718,8 mil), hotéis e similares (R$ 100,0 mil) e serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada (R$37,5 mil). (GA)



BNB investe R$ 3,2 bi no segmento empresarial

 

O Banco do Nordeste investiu, no primeiro semestre deste ano, R$3,2 bilhões no segmento empresarial, que abrange médias e grandes empresas, registrando incremento de 34,8% em relação ao mesmo período de 2019, quando o BNB contratou R$ 2,5 bilhões. Foram 3.884 operações contratadas em toda a área de atuação do Banco, que inclui os nove estados da Região e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.  Desse valor, R$ 3,1 bilhões são oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Especificamente no âmbito do Programa de Infraestrutura (Proinfra), as aplicações somaram R$ 247,9 milhões, elevando para R$ 3,4 bilhões os investimentos no segmento empresarial com recursos do Fundo.

Para o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Carneiro Rolim, "o incremento das aplicações no segmento evidencia a capacidade dos empreendedores e também do Banco de superarem as dificuldades de um ano atípico, reforçando a ideia de que, como parceiros, empresas e BNB acreditam na retomada breve da economia no contexto pós-pandemia". Em Minas Gerais, as aplicações alcançaram R$ 147,9 milhões para o total de 174 operações, dentre as quais se destaca o crédito R$ 2 milhões para um grupo de lubrificantes, contratado na agência do Banco do Nordeste em Montes Claros, da qual é cliente desde 2013.

O financiamento destina-se a capital de giro visando a sustentabilidade do negócio, diante da crescente demanda, uma vez que se trata do principal distribuidor de lubrificantes Petrobrás no norte de Minas e Vale do Jequitinhonha e o terceiro maior do Estado. O Banco do Nordeste conta, ainda, com o FNE Emergencial, que oferece crédito com taxa de juros a 2,5% ao ano, além da redução das taxas de juros para produtos como Giro Especial e FNE Giro, criando possibilidades para as empresas superarem dificuldades ocasionadas pela pandemia.

O Banco do Nordeste também disponibiliza para o segmento Empresarial - empresas com faturamento anual de R$ 4,8 milhões até R$400 milhões - recursos com fonte de poupança rural que permitem a contratação de operações com taxas competitivas para os produtos Custeio, Comercialização e no âmbito do Programa de Financiamento para Comercialização, Beneficiamento ou Industrialização de Produtos de Origem Agropecuária (Finagro). (GA)