SALINAS | Suspeitos são capturados após confusão em hospital

Segundo a PM, todos os suspeitos apresentavam sinais de embriaguez; eles estariam exigindo atendimento prioritário e teriam agredido funcionários do hospital

Três homens e duas mulheres foram presos depois de desacatarem policiais militares durante uma confusão no Pronto Socorro do Hospital de Salinas, na tarde de domingo (12). De acordo com a PM, militares foram chamados para conter algumas pessoas, que estariam bêbadas e causando transtornos às atividades do local, onde inúmeras pessoas aguardavam na fila para receber atendimento.

Inicialmente dois homens, de 19 e 25 anos, foram encontrados exaltados e agredindo verbalmente os funcionários do hospital.  Segundo a polícia, eles exigiam atendimento na frente dos demais pacientes que aguardavam. Para justificar a urgência da ‘necessidade’, a dupla teria afirmado que se envolvera em uma briga momentos antes.

“Os militares tentaram acalmar os ânimos dos envolvidos, mas foram desacatados pelos dois autores com xingamentos”, explicou a 11ª Região da PM em nota, nessa segunda-feira (13). Segundo testemunhas, os suspeitos embriagados teriam ficado ainda mais agressivos e receberam foz de prisão dada pelos policiais militares. A dupla, no entanto, reagiu à ação policial e chegou a agredir os agentes, que precisaram fazer “uso diferenciado da força”, segundo a polícia.

Um vídeo gravado por testemunhas e publicado na internet mostra os diferentes momentos que duas mulheres, de 23 e 35 anos, tentam impedir a ação dos policiais. Elas, inclusive, chegaram a avançar sobre o armamento dos militares, segundo relatos de testemunhas. Pela intervenção no trabalho dos policiais as duas mulheres também foram presas. As reações com chutes. “Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia para providências pertinentes de polícia judiciária”, detalhou a PM.

Na mesma nota a 11ª RPM falou ainda sobre o vídeo, no qual as duas mulheres, agressivas, aparecem sendo contidas por policiais. “Com base nas imagens, o Comandante da Unidade, Major PM Giovane Rodrigues de Oliveira, determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar em caráter de urgência, já procedendo à oitiva dos envolvidos e dos policiais militares”, explicou a polícia.